Planos de saúde passam a cobrir implante contraceptivo Implanon
Foto: Rogério Capela/PMC
O implante contraceptivo hormonal Implanon passou a ser de cobertura obrigatória pelos planos de saúde a partir desta segunda-feira (1º). A medida vale para mulheres de 18 a 49 anos e amplia a lista de métodos de longa duração já oferecidos, como o DIU.
O dispositivo é uma haste flexível inserida sob a pele do braço, em procedimento simples com anestesia local. Ele libera continuamente o hormônio etonogestrel, impedindo a ovulação. A eficácia é considerada a maior entre os métodos contraceptivos, com taxa de falha de apenas 0,05%.
Com duração de até três anos, o implante não deve ser utilizado por mulheres com histórico de câncer de mama, doença hepática grave, sangramento vaginal sem causa definida ou alergia ao hormônio. Entre os efeitos adversos possíveis estão dor, inchaço ou hematomas no local.
Se houver negativa de cobertura, a orientação é registrar reclamação junto à operadora e, se necessário, acionar a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Em julho, o Ministério da Saúde anunciou a incorporação do método ao SUS, com previsão de oferta na rede pública ainda em 2025.
